Compreensão de professoras acerca de brincadeiras de faz-de-conta e das culturas infantis

Esta pesquisa, relacionada ao tema da Infância, visa contribuir com os estudos que consideram a criança como ator social. Buscou, em síntese, analisar as compreensões de professoras que atuma com crianças de três a quatro anos de idade acerca das brincadeiras de faz-de-conta e das culturas infantis...

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Main Authors: Graciele de Souza Colling, Rita Buzzi Rausch
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2011-06-01
Series:Zero-a-seis
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/19690
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Rita Buzzi Rausch
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description Esta pesquisa, relacionada ao tema da Infância, visa contribuir com os estudos que consideram a criança como ator social. Buscou, em síntese, analisar as compreensões de professoras que atuma com crianças de três a quatro anos de idade acerca das brincadeiras de faz-de-conta e das culturas infantis. Os sujeitos da pesquisa foram onze professoras de Educação Infantil, dentre as doze que compunham o universo de profissionais que atuavam com crianças da faixa-etária de três a quatro anos em instituições públicas Municipais de Gaspar/ SC. O instrumento utilizado na recolha dos dados foi uma entrevista estruturada com perguntas direcionadas ao tema da pesquisa que é de cunho qualitativo. A coleta dos dados ocorreu entre os meses de abril a junho de 2010.  Os resultados apontam que as professoras compreendem o faz-de-conta das crianças como sendo a principal atividade no cotidiano institucional, contemplam as brincadeiras de faz-de-conta no seu planejamento, além de perceberem aspectos das culturas infantis trazidos pelas crianças de contextos não institucionais para o faz-de-conta. Porém, a brincadeira de faz-de-conta por vezes é utilizada pelas professoras como recursos, estratégias e formas de aprendizagem de conteúdos, utilizando a brincadeira de teatro e música como soluções para desenvolver atividades direcionadas. As professoras perceberem aspectos das culturas infantis trazidos pelas crianças de contextos não institucionais para as brincadeiras de faz-de-conta, principalmente provenientes do contexto familiar.  O faz-de-conta das crianças para as professoras também é visto como mera imitação e não como reprodução interpretativa do universo dos adultos.    
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spelling doaj-art-2c4ae2825ae348c5bd5b25bb562e37602025-08-20T03:44:35ZporUniversidade Federal de Santa CatarinaZero-a-seis1980-45122011-06-01132410.5007/1980-4512.2011n24p115185Compreensão de professoras acerca de brincadeiras de faz-de-conta e das culturas infantisGraciele de Souza Colling0Rita Buzzi Rausch1Professora de Educação Infantil da Rede Municipal de Gaspar - SCDocente-pesquisadora na Universidade Regional de Blumenau – FURB - SC Esta pesquisa, relacionada ao tema da Infância, visa contribuir com os estudos que consideram a criança como ator social. Buscou, em síntese, analisar as compreensões de professoras que atuma com crianças de três a quatro anos de idade acerca das brincadeiras de faz-de-conta e das culturas infantis. Os sujeitos da pesquisa foram onze professoras de Educação Infantil, dentre as doze que compunham o universo de profissionais que atuavam com crianças da faixa-etária de três a quatro anos em instituições públicas Municipais de Gaspar/ SC. O instrumento utilizado na recolha dos dados foi uma entrevista estruturada com perguntas direcionadas ao tema da pesquisa que é de cunho qualitativo. A coleta dos dados ocorreu entre os meses de abril a junho de 2010.  Os resultados apontam que as professoras compreendem o faz-de-conta das crianças como sendo a principal atividade no cotidiano institucional, contemplam as brincadeiras de faz-de-conta no seu planejamento, além de perceberem aspectos das culturas infantis trazidos pelas crianças de contextos não institucionais para o faz-de-conta. Porém, a brincadeira de faz-de-conta por vezes é utilizada pelas professoras como recursos, estratégias e formas de aprendizagem de conteúdos, utilizando a brincadeira de teatro e música como soluções para desenvolver atividades direcionadas. As professoras perceberem aspectos das culturas infantis trazidos pelas crianças de contextos não institucionais para as brincadeiras de faz-de-conta, principalmente provenientes do contexto familiar.  O faz-de-conta das crianças para as professoras também é visto como mera imitação e não como reprodução interpretativa do universo dos adultos.     https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/19690
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