Tradução de poesia e performance: “Still I Rise”, de Maya Angelou

Neste artigo, realizo uma avaliação de cinco traduções para o português brasileiro do poema “Still I Rise” da escritora afro-americana Maya Angelou (1928-2014). Em seguida, e com base nessa crítica, apresento e discuto o poema em minha tradução, cujo objetivo principal foi produzir um texto para pe...

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Main Author: Carolina Paganine
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2019-05-01
Series:Ilha do Desterro
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/60084
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description Neste artigo, realizo uma avaliação de cinco traduções para o português brasileiro do poema “Still I Rise” da escritora afro-americana Maya Angelou (1928-2014). Em seguida, e com base nessa crítica, apresento e discuto o poema em minha tradução, cujo objetivo principal foi produzir um texto para performance, isto é, que funcionasse oralmente em português. Essa escolha foi motivada por dois fatores: 1) esse é um dos poemas mais conhecidos de Angelou e foi bastante declamado pela própria autora em diversas ocasiões, e 2) a poesia de Angelou é marcada pela tradição afro-americana de literatura oral e, portanto, o poema adquire uma outra dimensão estética quando performado. Tanto os meus comentários críticos sobre as traduções publicadas quanto a minha tradução filiam-se à proposta de Paulo Henriques Britto (2002) sobre uma avaliação mais objetiva de tradução de poesia. 
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spelling doaj-art-2c35a33b069d4d77b7de47b554cc76362025-08-20T03:43:57ZengUniversidade Federal de Santa CatarinaIlha do Desterro0101-48462175-80262019-05-0172210.5007/2175-8026.2019v72n2p71Tradução de poesia e performance: “Still I Rise”, de Maya AngelouCarolina Paganine0https://orcid.org/0000-0002-8958-1483Universidade Federal Fluminense, UFF Neste artigo, realizo uma avaliação de cinco traduções para o português brasileiro do poema “Still I Rise” da escritora afro-americana Maya Angelou (1928-2014). Em seguida, e com base nessa crítica, apresento e discuto o poema em minha tradução, cujo objetivo principal foi produzir um texto para performance, isto é, que funcionasse oralmente em português. Essa escolha foi motivada por dois fatores: 1) esse é um dos poemas mais conhecidos de Angelou e foi bastante declamado pela própria autora em diversas ocasiões, e 2) a poesia de Angelou é marcada pela tradição afro-americana de literatura oral e, portanto, o poema adquire uma outra dimensão estética quando performado. Tanto os meus comentários críticos sobre as traduções publicadas quanto a minha tradução filiam-se à proposta de Paulo Henriques Britto (2002) sobre uma avaliação mais objetiva de tradução de poesia.  https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/60084
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