Educação em saúde sexual e reprodutiva na tríplice fronteira: Perspectivas de gênero e desafios regionais

A educação em saúde sexual e reprodutiva na região da Tríplice Fronteira, onde Brasil, Argentina e Paraguai se encontram, enfrenta desafios significativos devido à complexidade dos contextos socioculturais, econômicos e políticos. A região é marcada por diversidade cultural e desigualdades estrutur...

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Main Authors: Cinthya de Fátima Oliveira Strada, Eliane Pinto Goes
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul 2025-03-01
Series:Contexto & Educação
Subjects:
Online Access:https://revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/view/16678
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Description
Summary:A educação em saúde sexual e reprodutiva na região da Tríplice Fronteira, onde Brasil, Argentina e Paraguai se encontram, enfrenta desafios significativos devido à complexidade dos contextos socioculturais, econômicos e políticos. A região é marcada por diversidade cultural e desigualdades estruturais que impactam diretamente a implementação de políticas de saúde pública. Questões de gênero desempenham um papel central nesse cenário, influenciando o acesso a serviços de saúde, direitos reprodutivos e a percepção sobre a sexualidade de homens e mulheres. O objetivo deste estudo foi identificar quais são os desafios e as influências das questões de gênero na implementação de programas de educação em saúde sexual e reprodutiva na região da Tríplice Fronteira. O estudo é uma revisão integrativa, com pesquisa online de banco de dados LILACS, BVS, PUBMED e Scielo , utilizando os seguintes termos descritivos: “Educação em saúde”, Saúde sexual e reprodutiva”, “Fronteira”, “Gênero” do últimos 5 anos Identificou-se que os desafios enfrentados na implementação de programas de educação em saúde sexual e reprodutiva na região da Tríplice Fronteira estão fortemente entrelaçados com questões de gênero e as particularidades socioculturais, econômicas e políticas dos países envolvidos. A desigualdade de gênero, reforçada por estereótipos e normas sociais tradicionais, limita o acesso igualitário à informação e aos serviços de saúde, especialmente para mulheres e meninas, que continuam sendo as mais vulneráveis às barreiras institucionais e culturais.
ISSN:0102-8758
2179-1309