Empresa familiar e as dificuldades enfrentadas pelos membros da terceira geração
São poucas as empresas familiares que sobrevivem à geração seguinte. Em termos gerais, cerca de 30% sobrevivem à segunda geração e menos de 15% à terceira geração. Na literatura há poucas pesquisas que tratam das especificidades das empresas familiares que passam a ser administradas pela terceira g...
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|---|---|
| Format: | Article |
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| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2009-05-01
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| Series: | Revista de Ciências da Administração : RCA |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/adm/article/view/10591 |
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| author | Alessandra Martins Emerson Antônio Maccari Milton de Abreu Campanario Martinho Isnard Ribeiro de Almeida |
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São poucas as empresas familiares que sobrevivem à geração seguinte. Em termos gerais, cerca de 30% sobrevivem à segunda geração e menos de 15% à terceira geração. Na literatura há poucas pesquisas que tratam das especificidades das empresas familiares que passam a ser administradas pela terceira geração. O objetivo deste trabalho é identificar as principais dificuldades enfrentadas na gestão familiar na transição aos membros da terceira geração. O método utilizado foi o estudo de caso de um grupo empresarial familiar brasileiro composto por 12 empresas. Utilizou-se como instrumento de coleta de dados entrevistas individuais por pautas, gravadas com os membros gestores da família (primeira, segunda e terceira gerações). Aplicou-se a técnica sugerida por Miles e Huberman (1994), para agrupar os dados em categorias analíticas e assim facilitar a análise do discurso contida nos blocos de respostas. Como resultado, verificou-se que a transição para a terceira geração está fortemente associada à relação família-empresa no que diz respeito aos seguintes fatores: a) processo sucessório influenciado por valores familiares e emocionais b) conflitos, rivalidades e divergências de visão estratégica e de objetivos empresariais entre as gerações; c) ausência de critérios profissionais para a contratação de parentes nas empresas; e d) fragilidade de comunicação e conseqüente assimetria de informações entre os membros da família.
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| format | Article |
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| institution | Kabale University |
| issn | 1516-3865 2175-8077 |
| language | English |
| publishDate | 2009-05-01 |
| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| series | Revista de Ciências da Administração : RCA |
| spelling | doaj-art-2a12517c198a4495a31abe8d93efa8c22025-08-20T03:42:14ZengUniversidade Federal de Santa CatarinaRevista de Ciências da Administração : RCA1516-38652175-80772009-05-01102210.5007/2175-8069.2008v10n22p309248Empresa familiar e as dificuldades enfrentadas pelos membros da terceira geraçãoAlessandra Martins0Emerson Antônio Maccari1Milton de Abreu Campanario2Martinho Isnard Ribeiro de Almeida3UNINOVEUNINOVEUNINOVEUSP São poucas as empresas familiares que sobrevivem à geração seguinte. Em termos gerais, cerca de 30% sobrevivem à segunda geração e menos de 15% à terceira geração. Na literatura há poucas pesquisas que tratam das especificidades das empresas familiares que passam a ser administradas pela terceira geração. O objetivo deste trabalho é identificar as principais dificuldades enfrentadas na gestão familiar na transição aos membros da terceira geração. O método utilizado foi o estudo de caso de um grupo empresarial familiar brasileiro composto por 12 empresas. Utilizou-se como instrumento de coleta de dados entrevistas individuais por pautas, gravadas com os membros gestores da família (primeira, segunda e terceira gerações). Aplicou-se a técnica sugerida por Miles e Huberman (1994), para agrupar os dados em categorias analíticas e assim facilitar a análise do discurso contida nos blocos de respostas. Como resultado, verificou-se que a transição para a terceira geração está fortemente associada à relação família-empresa no que diz respeito aos seguintes fatores: a) processo sucessório influenciado por valores familiares e emocionais b) conflitos, rivalidades e divergências de visão estratégica e de objetivos empresariais entre as gerações; c) ausência de critérios profissionais para a contratação de parentes nas empresas; e d) fragilidade de comunicação e conseqüente assimetria de informações entre os membros da família. https://periodicos.ufsc.br/index.php/adm/article/view/10591 |
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