Concordância interavaliadores do protocolo de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia
Resumo Objetivo Determinar o grau de concordância, sensibilidade e especificidade da prioridade de atendimento determinada por enfermeiros interavaliadores, a partir do uso do protocolo de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia, em unidade de pronto atendimento obstétrico. Métodos E...
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| Published: |
Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo
2024-12-01
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| Series: | Acta Paulista de Enfermagem |
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| author | Débora Rodrigues Lima Fernanda Jorge Magalhães Mariana Santos Felisbino-Mendes Mariana Bueno Elysângela Dittz Duarte |
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| description | Resumo Objetivo Determinar o grau de concordância, sensibilidade e especificidade da prioridade de atendimento determinada por enfermeiros interavaliadores, a partir do uso do protocolo de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia, em unidade de pronto atendimento obstétrico. Métodos Estudo transversal, com abordagem metodológica, realizado em uma maternidade-escola de Belo Horizonte-MG-Brasil, no período de setembro a novembro de 2020. Realizado em duas etapas: 1) Documental com avaliação dos registros de enfermeiros classificadores nos prontuários de gestantes, parturientes ou puérperas; 2) Entrevista com enfermeiros treinados e não treinados na classificação de risco. Realizou-se análise de sensibilidade, especificidade e empregou-se o coeficiente Kappa (k) para avaliar a concordância. Resultados Evidenciou-se que o grau de concordância Interavaliadores (enfermeiros treinados e não treinados) foi considerado moderado a forte (k= 0,47 e 0,77). Verificou-se tendência na subestimação das prioridades vermelha (sensibilidade de 85%; especificidade de 99%) e amarela (sensibilidade de 54%; especificidade de 85%), bem como superestimação na prioridade verde (sensibilidade de 62%; especificidade de 84%) e azul (sensibilidade de 89%, especificidade de 98%), porém sem diferenças significativas. Apesar da concordância e especificidade satisfatória, a sensibilidade foi baixa, devido aos índices de subestimação e superestimação na classificação de risco. Conclusão O protocolo é confiável para determinação da prioridade de atendimento em obstetrícia, porém houve baixa sensibilidade, diante de sua aplicação na determinação da prioridade de atendimento por enfermeiros treinados e não treinados. |
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| issn | 1982-0194 |
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| publishDate | 2024-12-01 |
| publisher | Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo |
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| series | Acta Paulista de Enfermagem |
| spelling | doaj-art-22c2b3fb8880430a9aa2a4f6fc8158672025-08-20T02:38:30ZengEscola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São PauloActa Paulista de Enfermagem1982-01942024-12-013810.37689/acta-ape/2025ao002851Concordância interavaliadores do protocolo de acolhimento e classificação de risco em obstetríciaDébora Rodrigues Limahttps://orcid.org/0000-0003-3999-8106Fernanda Jorge Magalhãeshttps://orcid.org/0000-0003-0104-1528Mariana Santos Felisbino-Mendeshttps://orcid.org/0000-0001-5321-5708Mariana Buenohttps://orcid.org/0000-0002-5454-2062Elysângela Dittz Duartehttps://orcid.org/0000-0001-8170-7523Resumo Objetivo Determinar o grau de concordância, sensibilidade e especificidade da prioridade de atendimento determinada por enfermeiros interavaliadores, a partir do uso do protocolo de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia, em unidade de pronto atendimento obstétrico. Métodos Estudo transversal, com abordagem metodológica, realizado em uma maternidade-escola de Belo Horizonte-MG-Brasil, no período de setembro a novembro de 2020. Realizado em duas etapas: 1) Documental com avaliação dos registros de enfermeiros classificadores nos prontuários de gestantes, parturientes ou puérperas; 2) Entrevista com enfermeiros treinados e não treinados na classificação de risco. Realizou-se análise de sensibilidade, especificidade e empregou-se o coeficiente Kappa (k) para avaliar a concordância. Resultados Evidenciou-se que o grau de concordância Interavaliadores (enfermeiros treinados e não treinados) foi considerado moderado a forte (k= 0,47 e 0,77). Verificou-se tendência na subestimação das prioridades vermelha (sensibilidade de 85%; especificidade de 99%) e amarela (sensibilidade de 54%; especificidade de 85%), bem como superestimação na prioridade verde (sensibilidade de 62%; especificidade de 84%) e azul (sensibilidade de 89%, especificidade de 98%), porém sem diferenças significativas. Apesar da concordância e especificidade satisfatória, a sensibilidade foi baixa, devido aos índices de subestimação e superestimação na classificação de risco. Conclusão O protocolo é confiável para determinação da prioridade de atendimento em obstetrícia, porém houve baixa sensibilidade, diante de sua aplicação na determinação da prioridade de atendimento por enfermeiros treinados e não treinados.http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002025000100306&lng=pt&tlng=ptAcolhimentoRiscoMedição de riscoEnfermagem em emergênciaGestantesMaternidadesSensibilidade e especificidade |
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