Significados atribuídos à autogestão do regime medicamentosos: resultados preliminares de uma scoping review

Introdução: O controlo da doença crónica requer que a pessoa desenvolva competências de autogestão do regime  terapêutico, desempenhando os enfermeiros um papel significativo na capacitação para o autocuidado. O(s) significado(s)  que a pessoa atribui à doença e ao tratamento são condições pessoais...

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Main Authors: Inês Cruz, Filipe Pereira, Carmen Queirós, Natália Machado, Vera Gonçalves, Fernanda Bastos
Format: Article
Language:English
Published: Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia - RACS 2025-01-01
Series:RevSALUS
Subjects:
Online Access:https://revsalus.com/index.php/RevSALUS/article/view/918
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Description
Summary:Introdução: O controlo da doença crónica requer que a pessoa desenvolva competências de autogestão do regime  terapêutico, desempenhando os enfermeiros um papel significativo na capacitação para o autocuidado. O(s) significado(s)  que a pessoa atribui à doença e ao tratamento são condições pessoais que impactam no processo de transição saúdedoença e, consequentemente, no processo de autogestão do regime terapêutico. Facilitar este processo é o core da ação  dos enfermeiros. Objetivo: Mapear o conhecimento de enfermagem relativo aos significados atribuídos à autogestão do  regime medicamentoso. Material e Métodos: Scoping review, seguindo o método da JBI. As bases de dados utilizadas  para pesquisa foram a CINAHL Complete, CINAHL Plus with Full text e MEDLINE através da EBSCOHOST; Web of Science;  OVID e SCOPUS. Foram considerados para inclusão publicações em inglês, português ou espanhol; cujos participantes  fossem adultos; em qualquer contexto de cuidados; sem restrição do tipo de estudos e do horizonte temporal. Resultados: Integram a scoping review 260 artigos. Relativamente aos significados atribuídos ao regime medicamentoso imergiram  três categorias: significados dificultadores atribuídos ao regime (ex.: desvalorização; vergonha); significados facilitadores  atribuídos ao regime (ex.: eficácia; manter a vida); e significados dificultador atribuídos à via de administração da medicação  (ex.: toma dolorosa/desconfortável). Conclusões: Os resultados são um contributo para a representação do conhecimento  de enfermagem no domínio da autogestão do regime medicamentoso. Apoiar os clientes a (re) estruturar significados  dificultadores aponta para uma abordagem terapêutica de enfermagem muito relevante, neste domínio de atenção
ISSN:2184-4860
2184-836X