Perda de pressão estática em uma coluna de grãos de quinoa

Objetivou-se, neste trabalho, avaliar os efeitos do fluxo de ar sobre a queda da pressão estática em massa granular de quinoa, cultivar Real, com diferentes teores de impurezas; ajustar os modelos matemáticos aos dados experimentais obtidos e selecionar o modelo que melhor represente o fenômeno. Ini...

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Main Authors: Poliana T. da S. Gratão, Ivano A. Devilla, Ana Claudia O. Servulo, Flívia F. de Jesus, Daiane de A. Ferreira
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Campina Grande 2013-08-01
Series:Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-43662013000800008&lng=en&tlng=en
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description Objetivou-se, neste trabalho, avaliar os efeitos do fluxo de ar sobre a queda da pressão estática em massa granular de quinoa, cultivar Real, com diferentes teores de impurezas; ajustar os modelos matemáticos aos dados experimentais obtidos e selecionar o modelo que melhor represente o fenômeno. Inicialmente, o produto estava isento de impurezas e com teor de água de 17% base seco. Foram feitas adições de impurezas nos percentuais de 1, 2, 3, 4 e 5. Utilizando-se um equipamento devidamente projetado e construído e fluxos de ar variando de 0,1 a 0,4 m³ s-1 m-2, foram determinadas as pressões estáticas da quinoa limpa e com impurezas. Os dados experimentais de perda de carga foram ajustados às equações comumente utilizadas para descrever o fenômeno. Os resultados permitiram concluir que: a) a pressão estática em uma coluna com grãos de quinoa aumenta com o incremento de fluxo de ar; b) O aumento do nível de impureza provocou redução da queda de pressão estática; c) As equações que melhor representam os dados experimentais da queda de pressão no interior do leito com grãos de quinoa, sem e com impurezas, foram as equações de Shedd e de Guimarães, respectivamente.
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