A case against closure

Este artigo examina a objeção ao fechamento [dedutivo] que surge no contexto de certos paradoxos epistêmicos, paradoxos cuja conclusão é que a crença justificada pode ser inconsistente. É universalmente aceito que, se essa conclusão é correta, o fechamento deve ser rejeitado, para que se evite a cre...

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Bibliographic Details
Main Author: Olin, Doris
Format: Article
Language:deu
Published: Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS) 2005-01-01
Series:Veritas
Subjects:
Online Access:https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas/article/viewFile/1824/1354
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Description
Summary:Este artigo examina a objeção ao fechamento [dedutivo] que surge no contexto de certos paradoxos epistêmicos, paradoxos cuja conclusão é que a crença justificada pode ser inconsistente. É universalmente aceito que, se essa conclusão é correta, o fechamento deve ser rejeitado, para que se evite a crença justificada em enunciados contraditórios (P, ~P). Mas, mesmo que os argumentos desses paradoxos - o paradoxo da falibilidade (do prefácio) e o paradoxo da loteria - seja mal sucedidos, eles, ainda assim, sugerem a existência de evidência independente para uma objeção mais direta contra o fechamento. O exame do argumento da falibilidade revela uma exigência de modéstia epistêmica que viola o fechamento a partir de múltiplas premissas. A reflexão sobre o paradoxo da loteria nos confronta com um dilema em que cada alternativa fornece um contra-exemplo ao fechamento a partir de uma única premissa. Seja ou não possível a inconsistência racional, há uma objeção contra o fechamento
ISSN:0042-3955
1984-6746