Plastinação na atividade museal preservando e divulgando a memória da biodiversidade da Mata Atlântica
Resumo A plastinação é uma técnica de preservação de matéria biológica, cujo princípio básico é a substituição dos fluidos corporais por um polímero curável. O tecido biológico não é só preservado por tempo indefinido, mas permanece também inerte, realista e livre de agentes decompositores. Diante d...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Pontificia Universidade Católica de Campinas
2024-11-01
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| Series: | Transinformação |
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| author | Yuri Favalessa Monteiro Marcos Vinícius Freitas Silva Fabíola Veloso Menezes Athelson Stefanon Bittencourt |
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| description | Resumo A plastinação é uma técnica de preservação de matéria biológica, cujo princípio básico é a substituição dos fluidos corporais por um polímero curável. O tecido biológico não é só preservado por tempo indefinido, mas permanece também inerte, realista e livre de agentes decompositores. Diante das vantagens proporcionadas, a plastinação pode gerar muitos benefícios às exposições museais das ciências da vida e afins. Nesse sentido, o Museu de Ciências da Vida se institui enquanto único no mundo em produzir exposições com espécimes animais da fauna silvestre brasileira plastinados e, além disso, não há na literatura relatos do uso desse tipo de espécime em exposições, indicando suas vantagens e limitações. Os espécimes animais utilizados neste projeto foram: cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), feto e cabeça de anta (Tapirus terrestris), gato-maracajá (Leopardus wiedii), mão-pelada (Procyon cancrivorus), preguiça-comum (Bradypus variegatus), quati (Nasua nasua), paca (Cuniculus paca), pica-pau-anão-barrado (Picmnus cirratus) e pena de harpia adulta (Harpia harpyja). Estes foram apresentados em quatro exposições diferentes: “Diversidade dos Vertebrados” em Venda Nova do Imigrante (VNI) (ES); “A Alma do Mundo - Leonardo 500 anos” na Biblioteca Nacional (RJ); “A Métrica do Corpo Humano” na Universidade Federal do Espírito Santo e “Conheça!” na XI Semana de Biologia da Universidade Federal do Espírito Santo. Diante dos resultados obtidos, a plastinação mostrou-se uma ferramenta preciosa e facilitadora para a educação científica e ambiental, notando-se uma maior segurança e facilidade de transporte, planejamento e execução de exposições, com destaque para as itinerantes. |
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| institution | OA Journals |
| issn | 2318-0889 |
| language | English |
| publishDate | 2024-11-01 |
| publisher | Pontificia Universidade Católica de Campinas |
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| series | Transinformação |
| spelling | doaj-art-1da02bf4522f4daa87c5be80732e66e32025-08-20T02:23:09ZengPontificia Universidade Católica de CampinasTransinformação2318-08892024-11-013610.1590/2318-0889202436e248574Plastinação na atividade museal preservando e divulgando a memória da biodiversidade da Mata AtlânticaYuri Favalessa Monteirohttps://orcid.org/0000-0001-8521-5593Marcos Vinícius Freitas Silvahttps://orcid.org/0000-0002-7941-2504Fabíola Veloso Menezeshttps://orcid.org/0000-0003-3197-2139Athelson Stefanon Bittencourthttps://orcid.org/0000-0003-1378-2577Resumo A plastinação é uma técnica de preservação de matéria biológica, cujo princípio básico é a substituição dos fluidos corporais por um polímero curável. O tecido biológico não é só preservado por tempo indefinido, mas permanece também inerte, realista e livre de agentes decompositores. Diante das vantagens proporcionadas, a plastinação pode gerar muitos benefícios às exposições museais das ciências da vida e afins. Nesse sentido, o Museu de Ciências da Vida se institui enquanto único no mundo em produzir exposições com espécimes animais da fauna silvestre brasileira plastinados e, além disso, não há na literatura relatos do uso desse tipo de espécime em exposições, indicando suas vantagens e limitações. Os espécimes animais utilizados neste projeto foram: cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), feto e cabeça de anta (Tapirus terrestris), gato-maracajá (Leopardus wiedii), mão-pelada (Procyon cancrivorus), preguiça-comum (Bradypus variegatus), quati (Nasua nasua), paca (Cuniculus paca), pica-pau-anão-barrado (Picmnus cirratus) e pena de harpia adulta (Harpia harpyja). Estes foram apresentados em quatro exposições diferentes: “Diversidade dos Vertebrados” em Venda Nova do Imigrante (VNI) (ES); “A Alma do Mundo - Leonardo 500 anos” na Biblioteca Nacional (RJ); “A Métrica do Corpo Humano” na Universidade Federal do Espírito Santo e “Conheça!” na XI Semana de Biologia da Universidade Federal do Espírito Santo. Diante dos resultados obtidos, a plastinação mostrou-se uma ferramenta preciosa e facilitadora para a educação científica e ambiental, notando-se uma maior segurança e facilidade de transporte, planejamento e execução de exposições, com destaque para as itinerantes.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-37862024000100520&lng=pt&tlng=ptAcervoAnimais silvestresExposiçãoMuseuPlastinação |
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