Prevalência de Alergias numa escola do 1.º ciclo do distrito de Braga

Introdução: As alergias afetam de forma significativa a qualidade de vida das crianças e das suas famílias. A Direção-Geral da Saúde (DGS) indica, que entre as mais comuns se encontram as alergias alimentares em cerca de 5% das crianças. Crianças com alergias apresentam maior probabilidade de desen...

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Main Authors: Daniela Gonçalves, Rita Gueiral, Mafalda Duarte, Beatriz Fernandes, Catarina Barroso, Gabriela Duarte
Format: Article
Language:English
Published: Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia - RACS 2025-08-01
Series:RevSALUS
Subjects:
Online Access:https://revsalus.com/index.php/RevSALUS/article/view/1149
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description Introdução: As alergias afetam de forma significativa a qualidade de vida das crianças e das suas famílias. A Direção-Geral da Saúde (DGS) indica, que entre as mais comuns se encontram as alergias alimentares em cerca de 5% das crianças. Crianças com alergias apresentam maior probabilidade de desenvolver outras patologias, sendo de extrema importância existir monitorização contínua e consciencialização sobre este problema de Saúde Pública em ambientes escolares (Gaspar-Marques et al, 2014, Cardoso et al, 2023). Objetivos: O objetivo do trabalho de investigação consiste em estudar a prevalência de alergias em crianças de uma escola do 1.º ciclo do distrito de Braga. Metodologia: O estudo enquadra-se num estudo quantitativo, através da aplicação de um inquérito a 185 crianças, com idades entre os 6 e os 10 anos. O inquérito estruturado com diversas perguntas de forma a identificar as seguintes variáveis: idade, alergias, tipo de alergia e relação com transmissão hereditária, foi preenchido pelos encarregados de educação. Resultados: Obteve-se 127 respostas aos inquéritos (n=58 não responderam). Os resultados revelam que 82,7% das crianças não apresentam qualquer tipo de alergia, alimentar ou não alimentar, e 17,3% das crianças apresentam algum tipo de alergia. As distribuições dos tipos de alergia variam entre: 36,4% alergias alimentares; 36,4% alergias respiratórias ou da pele; 18,2% alergias a medicamentos e 9% apresentam uma combinação de alergias alimentares, respiratórias e de pele. Em relação aos resultados do trabalho: n=6 crianças apresentam intolerância à lactose; n=1 alergia ao kiwi, n=1 alergia ao trigo e n=1 alergia ao amendoim. Em relação aos medicamentos, salientamos n=2 com alergia ao ibuprofeno, n=1 ao paracetamol e n=1 à amoxicilina. Conclusões: O resultado principal do estudo de investigação, número baixo de crianças que apresentam alergias, encontra-se de acordo com a literatura. A diversidade de alergias encontradas é considerável, com predominância das alergias alimentares. Salienta-se, como perspetiva futura a realização do estudo em outras escolas do 1.º ciclo nacionais, no sentido de compreender a dimensão deste problema de Saúde Pública. A aplicação de medidas preventivas e de respostas eficazes para lidar com emergências é fundamental em ambiente escolar.
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