Efeito de diferentes ní­­veis de arraçoamento para alevinos de carpa-capim (Ctenopharyngodon idella) em condições experimentais

O experimento foi realizado no Laboratório de Aquicultura da Universidade Estadual de Maringá com o objetivo de avaliar o ní­­vel ideal de arraçoamento para alevinos de carpaí capim (Ctenopharyngodon idella). Foram utilizados oitenta alevinos com peso médio inicial de 0,73 ± 0,10 g e comprimento m...

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Main Authors: Nandeyara Marques, Carmino Hayashi, Sandra Souza, Telma Soares
Format: Article
Language:English
Published: Instituto de Pesca 2018-07-01
Series:Boletim do Instituto de Pesca
Subjects:
Online Access:https://institutodepesca.org/index.php/bip/article/view/312
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Description
Summary:O experimento foi realizado no Laboratório de Aquicultura da Universidade Estadual de Maringá com o objetivo de avaliar o ní­­vel ideal de arraçoamento para alevinos de carpaí capim (Ctenopharyngodon idella). Foram utilizados oitenta alevinos com peso médio inicial de 0,73 ± 0,10 g e comprimento médio inicial de 4,4 ± 0,22 cm distribuí­­dos em 16 tanques-rede situados em quatro caixas de 1000 L. Cada tanque-rede com cinco peixes foi considerado como unidade experimental. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repetições (1, 3, 5 e 7% do peso vivo). Os parí­¢metros avaliados foram peso final médio (PF), ganho de peso (GP), conversão alimentar (CA), comprimento médio final (CF), uniformidade do lote (UNI) e sobrevivência (S). A (CA) e o (GP) apresentaram relação quadrática P<0,05, com ponto de máximo de 6,0 e 6,17% respectivamente. O (PF) e o (CF) apresentaram relação linear positiva (P<0,05) com o aumento do ní­­vel de arraçoamento. A (UNI) e a (S) não apresentaram diferenças estatí­­sticas significativas (P<0,05) entre os tratamentos. Os parí­¢metros fí­­sicos e quí­­micos permaneceram dentro da faixa recomendada para a piscicultura. Concluiu-se que o fornecimento de ração na proporção de 6,0% do peso vivo para alevinos de carpa-capim é o mais indicado para melhor desempenho e sobrevivência a uma temperatura média de 26°C.
ISSN:1678-2305