Estudo sobre empresas agroindustriais do município de Sombrio-SC

O estudo foi realizado com o objetivo de dinamizar o setor agroindustrial do município de Sombrio. Foi realizada pesquisa exploratória com coleta de dados e interpretação quantitativa e qualitativa através da amostragem de quinze agroindústrias, organizadas nos seguintes grupos: artesanato; silvicul...

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Main Authors: Cyntia Nalila Silva Souza, Luiz Antônio Biulchi, Miguelangelo Ziegler Arboitte, Rudi Adalberto Wick
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2010-12-01
Series:Extensio: Revista Eletrônica de Extensão
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/extensio/article/view/13455
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Description
Summary:O estudo foi realizado com o objetivo de dinamizar o setor agroindustrial do município de Sombrio. Foi realizada pesquisa exploratória com coleta de dados e interpretação quantitativa e qualitativa através da amostragem de quinze agroindústrias, organizadas nos seguintes grupos: artesanato; silvicultura; laticínios/farináceos; processamento de vegetais e de carnes. Os produtores associados representaram 6%, dos quais 27% estão inseridos à COOPERSOMBRIO. A representatividade de produtores não associados foi de 67%, dos quais 27% estão receptivos ao associativismo. A mão de obra familiar é utilizada em 93% das agroindústrias, e a contratação de mão de obra terceirizada ocorre em 50% das agroindústrias. A falta de capacitação foi afirmada como empecilho para expansão em 86,6% das agroindústrias. A satisfação foi unanime no desenvolvimento da atividade, 60% afirmam a comercialização; 35% a realização profissional e 5% o manejo da produção. Para melhorar a unidade produtiva, foi apontada a divulgação/marketing (23,07%); o financiamento (23,07%); a infraestrutura (19,23%); a qualificação (19,23%); a assistência técnica (11,53%) e a fiscalização/tributação (7,69%). Na visão das agroindústrias, para melhoria da atividade, os órgãos públicos deveriam contemplar: a divulgação/marketing (28,57%); a infraestrutura (23,8%); o financiamento (19,04%); a qualificação (14,28%); a comercialização (9,52%); a pesquisa (4,76%). A COOPERSOMBRIO mostrou dificuldades no espaço físico, no acesso dos clientes, na pouca visibilidade dos produtos, na falta de marketing e na falta de recursos financeiros. As ações demonstram o caminho para o associativismo através da inserção das agroindústrias na COOPERSOMBRIO, inserindo projetos de qualificação em gestão, treinamento e assistência técnica empregadas pela EPAGRI e Secretaria da Agricultura.
ISSN:1807-0221