A relação entre sintomas depressivos e funcionalidade

Objetivo: Identificar a ocorrência de sintomas depressivos e sua relação com a capacidade funcional, além de fatores protetores do declínio funcional da pessoa idosa. Métodos: Trata-se de pesquisa quantitativa e descritiva, do tipo transversal, realizada com população idosa atendida em clínica esco...

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Main Authors: Ana Paula Rocha da Costa, Letícia Ferreira de Oliveira, Andressa Joyce Pereira Bispo, Kayo Matheus Rodrigues de Souza, Schirley Cristina Almeida Pereira, Danielle Machado Feitosa da Silva
Format: Article
Language:English
Published: Faculdade de Medicina de Olinda 2025-06-01
Series:Anais da Faculdade de Medicina de Olinda
Subjects:
Online Access:https://afmo.emnuvens.com.br/afmo/article/view/399
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Description
Summary:Objetivo: Identificar a ocorrência de sintomas depressivos e sua relação com a capacidade funcional, além de fatores protetores do declínio funcional da pessoa idosa. Métodos: Trata-se de pesquisa quantitativa e descritiva, do tipo transversal, realizada com população idosa atendida em clínica escola do município de Olinda (PE) no período de 08/2023 a 04/2024. Para análise dos sintomas depressivos, utilizou-se a Escala de Depressão Geriátrica Simplificada (GDS-15). A escala de Katz auxiliou na análise das Atividades Básicas da Vida Diária (ABVD), e Lawton e Brody para Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD). Foram verificadas associações por meio da metodologia de regressão logística utilizando o software estatístico R e função glm. Na seleção das variáveis utilizou-se o método Stepwise. Resultados: A maioria dos participantes possui entre 60 e 70 anos, correspondendo a 87,1%. O sexo feminino prevaleceu em todas as categorias, sendo 65,4% parcialmente dependentes e 100% totalmente dependentes. Houve correlação positiva entre presença de sintomas depressivos e perda de funcionalidade pelas escalas de Katz e de Lawton e Brody, com Odds Ratio de 6,05 para parcialmente dependente, 4,62 na dependência leve e 4,94 na dependência moderada. Ademais, na dependência leve, verificou-se a ocupação como fator protetor no comprometimento funcional na pessoa idosa. Conclusão: Nota-se que os sintomas depressivos aumentam a chance de declínio funcional entre a população idosa, e a atividade laboral auxilia na preservação da qualidade de vida dessa população. Assim é fundamental reconhecer esses dados e fortalecer estratégias que promovam melhorias da funcionalidade dessa população.
ISSN:2595-1734
2674-8487