El otro discurso de las ciencias sociales en salud The social sciences’ other health-care discourse

<abstract language="por">No final da década de 1960 e na década seguinte, o olhar que abordava as deficientes condições sociais, que eram e continuam sendo as verdadeiras causas a dificultarem o desenvolvimento humano, nos alertava a prestarmos atenção no crescimento com eqüidade. Se...

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Main Author: Maria Cristina Wanzo
Format: Article
Language:English
Published: Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz 1998-10-01
Series:História, Ciências, Saúde: Manguinhos
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59701998000200004
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Summary:<abstract language="por">No final da década de 1960 e na década seguinte, o olhar que abordava as deficientes condições sociais, que eram e continuam sendo as verdadeiras causas a dificultarem o desenvolvimento humano, nos alertava a prestarmos atenção no crescimento com eqüidade. Se desenvolvimento humano é aumento continuado das opções oferecidas às pessoas, que lugar ocupa este enunciado no discurso do senhor que é o das ciências sociais e o da política, sendo o seu principal produto hoje maior pobreza, superpopulação e menores opções para as pessoas? O que fazer para reverter tal quadro e conseguir que o povo tenha acesso a uma vida longa e sadia, a educação e a recursos necessários para que disponha de mais opções de vida do que de morte? Qual o lugar que ocupam ou deveriam ocupar as ciências sociais para nos aproximarmos de um discurso ético sobre a saúde? Quais objetos teremos de retomar para não continuarmos a validar as desigualdades sociais injustas do discurso do poder e do discurso do senhor?<br>Since the late 1960s and early 1970s, concern over inadequate social conditions - which is what has truly hampered human development - has been focused on growth together with equity. If human development is a process which should steadily broaden human options, what place does this concept play in the discourse of the social sciences and politics as ‘master’ - whose major product today is greater poverty, overpopulation, and less options for people? How can this situation be reverted, so that people can enjoy a long, healthy life, receive an education, and have access to the resources that are needed if their life chances are to be greater than their death chances? What role does or should the social sciences play in devising an ethical discourse on health care? To what objectives will we need to return, if we are to refrain from using scientific knowledge to validate the unjust social inequalities espoused in the discourses of power and of the master?
ISSN:0104-5970
1678-4758