Tratamento de endoleak tipo IIIa com seguimento de 7 anos: relato de caso

Resumo O endoleak tipo III é caracterizado por um problema estrutural da endoprótese, como fratura da estrutura metálica, desconexão ou ruptura tecidual. Trata-se de uma complicação rara, ocorrendo em 2,1% dos pacientes após tratamento de aneurisma de aorta abdominal por reparo endovascular, com inc...

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Main Authors: Luiz Ronaldo Godinho Pereira, Keller Soares Ávila, Vinicius Oliveira Godoi, Leonardo Augusto D’Avila Gonçalves, Rafael Fortes, Marcelo Adriano de Assis Hudson, Daniel Mendes Pinto
Format: Article
Language:English
Published: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) 2025-08-01
Series:Jornal Vascular Brasileiro
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-54492025000100610&tlng=en
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Summary:Resumo O endoleak tipo III é caracterizado por um problema estrutural da endoprótese, como fratura da estrutura metálica, desconexão ou ruptura tecidual. Trata-se de uma complicação rara, ocorrendo em 2,1% dos pacientes após tratamento de aneurisma de aorta abdominal por reparo endovascular, com incidência maior em primeira e segunda gerações de endopróteses, podendo ocorrer precoce (após 30 dias) ou tardiamente. É dividido em IIIa – separação modular do componente – e IIIb – fratura da malha ou ruptura envolvendo a endoprótese. Este é um relato de caso de um paciente assintomático, previamente submetido à correção de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal, que realizou uma tomografia computadorizada de seguimento, sendo encontrado um endoleak tipo IIIa com desconexão do corpo principal à extensão proximal. Uma nova abordagem endovascular terapêutica foi realizada para selamento do endoleak e correção aneurismática.
ISSN:1677-7301