Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva

O baixo nível de atividade física aliado ao estresse constante na vida dos profissionais que trabalham em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pode interferir diretamente na qualidade de vida (QV) e na saúde destes indivíduos. O objetivo deste estudo foi verificar se os domínios da qualidade de vida d...

Full description

Saved in:
Bibliographic Details
Main Authors: Afonso Acioli Neto, Rodrigo Araújo, Ana Pitangui, Luciana Menezes, Eduardo França, Emilia Costa, Flávio Andrade, Marco Correia Junior
Format: Article
Language:English
Published: Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde 2016-04-01
Series:Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde
Subjects:
Online Access:https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/2806
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
_version_ 1841562597900419072
author Afonso Acioli Neto
Rodrigo Araújo
Ana Pitangui
Luciana Menezes
Eduardo França
Emilia Costa
Flávio Andrade
Marco Correia Junior
author_facet Afonso Acioli Neto
Rodrigo Araújo
Ana Pitangui
Luciana Menezes
Eduardo França
Emilia Costa
Flávio Andrade
Marco Correia Junior
author_sort Afonso Acioli Neto
collection DOAJ
description O baixo nível de atividade física aliado ao estresse constante na vida dos profissionais que trabalham em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pode interferir diretamente na qualidade de vida (QV) e na saúde destes indivíduos. O objetivo deste estudo foi verificar se os domínios da qualidade de vida de profissionais de saúde que atuam em UTI’s diferem em função do nível de atividade física. Trata-se de um estudo transversal realizado em cinco UTI’s da região metropolitana do Recife. O nível de atividade física (NAF) foi avaliado pelo International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e a QV foi analisada mediante o questionário Medical Outcomes Study 36 (SF-36), ambos aplicados em forma de entrevista. Foram considerados inativos 62,2% da população estudada em um total de 246 profissionais de saúde. Os enfermeiros foram considerados inativos (78%), seguidos dos médicos (75,9%), fisioterapeutas (58,3%) e técnicos de enfermagem (55,1%). Os indivíduos considerados ativos apresentaram maiores escores nos domínios capacidade funcional (86,1 ± 17,4 vs 79,0 ± 20,0; p = 0,01), vitalidade (71,2 ± 18,3 vs 62,9 ± 25,0; p = 0,01) e saúde mental (80,1 ± 13,3 vs 74,0 ± 14,2; p = 0,01), quando comparados aos inativos. Os escores de QV diferiram entre os profissionais de saúde classificados como ativos e inativos, sendo verificado melhores níveis de QV nos indivíduos fisicamente ativos.
format Article
id doaj-art-136fbc3305d64a6e87b8bcc773359d41
institution Kabale University
issn 1413-3482
2317-1634
language English
publishDate 2016-04-01
publisher Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde
record_format Article
series Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde
spelling doaj-art-136fbc3305d64a6e87b8bcc773359d412025-01-03T00:52:17ZengSociedade Brasileira de Atividade Física e SaúdeRevista Brasileira de Atividade Física e Saúde1413-34822317-16342016-04-0118610.12820/rbafs.v.18n6p711Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensivaAfonso Acioli NetoRodrigo AraújoAna PitanguiLuciana MenezesEduardo FrançaEmilia CostaFlávio AndradeMarco Correia JuniorO baixo nível de atividade física aliado ao estresse constante na vida dos profissionais que trabalham em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pode interferir diretamente na qualidade de vida (QV) e na saúde destes indivíduos. O objetivo deste estudo foi verificar se os domínios da qualidade de vida de profissionais de saúde que atuam em UTI’s diferem em função do nível de atividade física. Trata-se de um estudo transversal realizado em cinco UTI’s da região metropolitana do Recife. O nível de atividade física (NAF) foi avaliado pelo International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e a QV foi analisada mediante o questionário Medical Outcomes Study 36 (SF-36), ambos aplicados em forma de entrevista. Foram considerados inativos 62,2% da população estudada em um total de 246 profissionais de saúde. Os enfermeiros foram considerados inativos (78%), seguidos dos médicos (75,9%), fisioterapeutas (58,3%) e técnicos de enfermagem (55,1%). Os indivíduos considerados ativos apresentaram maiores escores nos domínios capacidade funcional (86,1 ± 17,4 vs 79,0 ± 20,0; p = 0,01), vitalidade (71,2 ± 18,3 vs 62,9 ± 25,0; p = 0,01) e saúde mental (80,1 ± 13,3 vs 74,0 ± 14,2; p = 0,01), quando comparados aos inativos. Os escores de QV diferiram entre os profissionais de saúde classificados como ativos e inativos, sendo verificado melhores níveis de QV nos indivíduos fisicamente ativos.https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/2806Unidades de terapia intensivaAtividade motoraPessoal de saúdeDoenças profissionaisQualidade de vida
spellingShingle Afonso Acioli Neto
Rodrigo Araújo
Ana Pitangui
Luciana Menezes
Eduardo França
Emilia Costa
Flávio Andrade
Marco Correia Junior
Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva
Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde
Unidades de terapia intensiva
Atividade motora
Pessoal de saúde
Doenças profissionais
Qualidade de vida
title Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva
title_full Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva
title_fullStr Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva
title_full_unstemmed Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva
title_short Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva
title_sort qualidade de vida e nivel de atividade fisica de profissionais de saude de unidades de terapia intensiva
topic Unidades de terapia intensiva
Atividade motora
Pessoal de saúde
Doenças profissionais
Qualidade de vida
url https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/2806
work_keys_str_mv AT afonsoaciolineto qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva
AT rodrigoaraujo qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva
AT anapitangui qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva
AT lucianamenezes qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva
AT eduardofranca qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva
AT emiliacosta qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva
AT flavioandrade qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva
AT marcocorreiajunior qualidadedevidaeniveldeatividadefisicadeprofissionaisdesaudedeunidadesdeterapiaintensiva