Muitos mundos e a interpretação ondulatória: revendo a conexão à luz da filosofia Schorödingeriana
Este artigo apresenta a interpretação ondulatória de Erwin Schrödinger da mecânica quântica, com o intuito principal de compará-la àquela conhecida como “muitos mundos”, cujo principal expoente é Bryce DeWitt. É comum dizer-se que a Interpretação de DeWitt e de Hugh Everett são equivalentes, e que...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2015-09-01
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| Series: | Principia: An International Journal of Epistemology |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/principia/article/view/41607 |
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| Summary: | Este artigo apresenta a interpretação ondulatória de Erwin Schrödinger da mecânica quântica, com o intuito principal de compará-la àquela conhecida como “muitos mundos”, cujo principal expoente é Bryce DeWitt. É comum dizer-se que a Interpretação de DeWitt e de Hugh Everett são equivalentes, e que ambas teriam se inspirado na abordagem ondulatória schrödingeriana. Defendemos que essas visões são superficiais, exigindo um exame mais detalhado dos pressupostos filosóficos envolvidos e outros detalhes que diferem nas três interpretações. Uma conexão pode ser feita a partir da rejeição do colapso, mas mesmo assim é preciso avaliar com cuidado o significado desse termo para os autores. Assim, este artigo evidencia a harmonia da Interpretação de Schrödinger com a sua filosofia, em sentido mais geral. Além disso, o seu afastamentocom relação à interpretação de muitos mundos é mais condizente com os pressupostos filosóficos sustentados por Schrödinger, que concebe um único mundo contendo infinitas possibilidades.
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| ISSN: | 1808-1711 |