SAÚDE E RESILIÊNCIA DE IDOSOS PARTICIPANTES DE PROJETO DE EXTENSÃO NA UNIVERSIDADE ABERTA DA MELHOR IDADE

Introdução: O envelhecimento populacional exige a compreensão dos fatores que promovem a qualidade de vida na velhice, como a resiliência, capacidade intrínseca do indivíduo de se adaptar a situações de estresse ou trauma, preservando sua saúde e estabilidade emocional. Objetivo: Descrever as carac...

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Main Authors: Lusmara Santos Coffacci, Paulo Ramsés da Costa, Ana Beatriz Aparecida Fernandes Dantas, Elaine Aparecida Mye Takamatu Watanabe, Marcia Regina Martins Alvarenga
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal do Rio Grande do Sul 2025-05-01
Series:Saberes Plurais
Subjects:
Online Access:https://seer.ufrgs.br/index.php/saberesplurais/article/view/146092
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Description
Summary:Introdução: O envelhecimento populacional exige a compreensão dos fatores que promovem a qualidade de vida na velhice, como a resiliência, capacidade intrínseca do indivíduo de se adaptar a situações de estresse ou trauma, preservando sua saúde e estabilidade emocional. Objetivo: Descrever as características de saúde e de resiliência de idosos participantes da Universidade Aberta da Melhor Idade (UNAMI) da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Metodologia: Estudo transversal quantitativo, realizado com 20 idosos participantes da UNAMI/UEMS, em Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. Utilizou a Escala de Resiliência adaptada por Pesce et al. (2005), constituída por 25 questões agregadas em três fatores: Fator 1. Resolução de ações e valores que dão sentido à vida; Fator 2. Agrupa itens que transmitem a ideia de independência e determinação; e o Fator 3. Indica autoconfiança e capacidade de adaptação a situações. Os dados foram analisados por estatística descritiva e analítica. Resultados: Na amostra pesquisada, houve o predomínio de mulheres (85%), pessoas brancas (65%), que não moravam sozinhas (60%), aposentadas ou pensionistas (80%). A média de resiliência foi elevada (157,05). 75% dos participantes avaliaram a saúde como "boa/muito boa" e não houve significância estatística entre os níveis da escala da resiliência e as variáveis sexo, cor da pele, arranjo familiar e autoavaliação de saúde. Conclusão: Os dados encontrados no estudo mostram que os participantes do Projeto de extensão UNAMI/UEMS possuem elevada resiliência, fato este que destaca a importância de políticas públicas voltadas à promoção do envelhecimento saudável.
ISSN:2525-507X