A Dimensão Espacial como Elemento Expressivo e Estruturante em Fonogramas dos Anos 1950
A dimensão espacial de uma obra musical gravada refere-se tanto à interação dos sons com o ambiente onde foram captados quanto à disposição dos elementos gravados no campo sonoro. Com o objetivo de enfatizar a importância da dimensão espacial para a compreensão da produção musical mediada por tecno...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Estadual do Paraná
2024-12-01
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| Series: | Revista Vortex |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://periodicos.unespar.edu.br/vortex/article/view/9084 |
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| Summary: | A dimensão espacial de uma obra musical gravada refere-se tanto à interação dos sons com o ambiente onde foram captados quanto à disposição dos elementos gravados no campo sonoro. Com o objetivo de enfatizar a importância da dimensão espacial para a compreensão da produção musical mediada por tecnologias de gravação, este artigo lança luz sobre alguns dos procedimentos técnicos e artísticos utilizados para moldar o campo sonoro, ao mesmo tempo em que propõe uma análise comparativa entre dois exemplos de fonogramas cujos produtores, ao buscarem alternativas para a manipulação da dimensão espacial, romperam com a estética hi-fi, no início dos anos 1950: Good Morning Mr. Echo (1951), de Bill e Belinda Putnam, interpretada por Jane Turzy e Bom dia Mister Eco (1952), versão brasileira da mesma obra, interpretada pelo Trio Madrigal.
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| ISSN: | 2317-9937 |