Características de pacientes com sepse e/ou choque séptico internados em unidade de terapia intensiva adulto

Objetivo: analisar as características epidemiológicas e clínicas de pacientes diagnosticados com sepse e/ou choque séptico internados em uma unidade de terapia intensiva. Métodos: estudo observacional retrospectivo, com coleta de dados documental, realizado com acesso a prontuários de pacientes com...

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Main Authors: Cristiane de David, Vanessa Machado da Silva, Lucas Souza Ventura, Juliana Rosales Dias Silveira, Edison Luiz Devos Barlem, Silomar Ilha, Oclaris Lopes Munhoz
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal do Ceará 2025-06-01
Series:Rev Rene
Subjects:
Online Access:https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/94993
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Description
Summary:Objetivo: analisar as características epidemiológicas e clínicas de pacientes diagnosticados com sepse e/ou choque séptico internados em uma unidade de terapia intensiva. Métodos: estudo observacional retrospectivo, com coleta de dados documental, realizado com acesso a prontuários de pacientes com diagnóstico de sepse e/ou choque séptico de uma unidade de terapia intensiva. Dados coletados com um formulário semiestruturado, seguido de análises descritivas, bivariadas e regressão de Poisson. Resultados: analisaram-se 188 prontuários, 77 (41%) de pacientes com diagnóstico de sepse e 111 (59%) de choque séptico, a maioria (n=99; 52,7%) com foco respiratório. Maior parcela do sexo masculino (n=106; 56,4%), com média de 57,9 anos. Pressão Arterial Média <65mmHg e creatinina >2mg/dl foram associadas significativamente ao desfecho óbito. Conclusão: a sepse e o choque séptico estiveram mais presentes em pessoas do sexo masculino, com idade avançada e que possuíam comorbidades e riscos comportamentais. O desfecho óbito foi mais presente em pacientes com hipotensão e creatinina elevada. Contribuições para a prática: este estudo reforça a importância da identificação precoce de pacientes com risco de desenvolver sepse e/ou choque séptico. A identificação de fatores associados pode auxiliar na priorização de cuidados e formulação de protocolos clínicos direcionados, otimizando o manejo destes agravos. 
ISSN:1517-3852
2175-6783