MORAL, PRUDÊNCIA E FIM UNIVERSAL EM KANT

Neste trabalho aborda-se a questão que está nos escritos kantianos que propõem um único e mesmo fim da humanidade como a totalidade dos homens unidos sob o ideal de uma sociedade cosmopolita, como na Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita, e numa comunidade ética como n´A...

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Bibliographic Details
Main Author: Heitor Nelson Ferreira
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual Paulista (UNESP) 2020-07-01
Series:Kínesis
Subjects:
Online Access:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/10626
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Description
Summary:Neste trabalho aborda-se a questão que está nos escritos kantianos que propõem um único e mesmo fim da humanidade como a totalidade dos homens unidos sob o ideal de uma sociedade cosmopolita, como na Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita, e numa comunidade ética como n´A religião nos simples limites da Razão. A moralidade é pressuposta como fundamento para realização do fim humano em ambos os textos. Ora, em Kant agir com interesse a fins não está dentro dos requisitos da moralidade, que deve proceder com o princípio da incondicionalidade sem referir-se a propósitos. Logo, esboça-se aqui, grosso modo, uma possível interpretação de como é possível conciliar a proposta de um fim para a humanidade com a ideia de que a autonomia não deve orientar-se por fins.
ISSN:1984-8900