Fitossociologia de florestas de mangue plantadas e naturais no estuário do Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brasil

A fitossociologia de florestas de mangue plantadas e naturais foi comparada no estuário do Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brasil. A amostragem da vegetação foi feita pelo método de parcelas, sendo registrado o diâmetro à altura do peito (DAP) e a altura dos indivíduos > 1 m de altura. Os result...

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Main Authors: Elaine Bernini, Cristina de Fátima N. R. dos Santos, Frederico Lage Pinto, Carlos Eduardo Rezende
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2013-10-01
Series:Biotemas
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/29390
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Description
Summary:A fitossociologia de florestas de mangue plantadas e naturais foi comparada no estuário do Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brasil. A amostragem da vegetação foi feita pelo método de parcelas, sendo registrado o diâmetro à altura do peito (DAP) e a altura dos indivíduos > 1 m de altura. Os resultados indicaram que a floresta plantada apresenta menores valores de DAP médio e área basal, e maior densidade de troncos em relação à floresta natural. A distribuição de indivíduos por classes de altura e a distribuição de troncos por classes diamétricas mostraram que a floresta plantada é mais jovem. Laguncularia racemosa e Rhizophora mangle ocorreram em ambas as florestas, enquanto Avicennia schaueriana foi registrada apenas na floresta plantada. Laguncularia racemosa apresentou maior dominância e densidade relativa em todos os sítios analisados, provavelmente, por ser característica de locais com menor influência marinha e pelo fato do estuário ter sido alterado por perturbações antrópicas.  
ISSN:0103-1643
2175-7925