Território, certificação de procedência e a busca da singularidade: o caso do Café do Cerrado
Este artigo analisa a experiência do arranjo produtivo territorial organizado pelos cafeicultores do oeste do estado de Minas Gerais (Brasil), que, por meio de suas associações de produtores municipais, constituíram o Conselho das Associações dos Cafeicultores do Cerrado Mineiro (Caccer), que obteve...
Saved in:
| Main Authors: | , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2011-10-01
|
| Series: | Política & Sociedade |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/21508 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
| Summary: | Este artigo analisa a experiência do arranjo produtivo territorial organizado pelos cafeicultores do oeste do estado de Minas Gerais (Brasil), que, por meio de suas associações de produtores municipais, constituíram o Conselho das Associações dos Cafeicultores do Cerrado Mineiro (Caccer), que obteve, em 2005, o reconhecimento da Indicação Geográfica de seu café, e pôde passar a emitir a Certificação de Procedência Café do Cerrado. Desde então, cabe ao Caccer atestar a qualidade da produção de seus filiados que atendam às especificações exigidas por aquela certificação. O Café do Cerrado constituiu-se, assim, na primeira região de origem produtora de café demarcada do país. O sucesso daquela cafeicultura está ligado à constituição de um arranjo produtivo territorial rural, bastante institucionalizado, cuja inserção nos mercados nacional e global é cada vez mais expressiva. Porém, há que se reconhecer que esse processo tem causado diferenciação entre os produtores, entre os que têm e os que não têm conseguido acompanhar as exigências estabelecidas pela certificação de origem.
|
|---|---|
| ISSN: | 1677-4140 2175-7984 |