Cenas do dissenso na poesia de Golgona Anghel: um diálogo com Jacques Rancière
O artigo é dedicado a analisar os modos de narrar o “dissenso”, conceito de Jacques Rancière, na escrita da poeta portuguesa contemporânea Golgona Anghel. Nas obras Como uma flor de plástico na montra de um talho (2013), Vim porque me pagavam (2011) e Nadar na piscina dos pequenos (2017), serão ana...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2025-06-01
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| Series: | Anuário de Literatura |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/literatura/article/view/102834 |
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| Summary: | O artigo é dedicado a analisar os modos de narrar o “dissenso”, conceito de Jacques Rancière, na escrita da poeta portuguesa contemporânea Golgona Anghel. Nas obras Como uma flor de plástico na montra de um talho (2013), Vim porque me pagavam (2011) e Nadar na piscina dos pequenos (2017), serão analisados poemas que mantêm uma narratividade dialogada com a “racionalidade do dissenso”. Rancière recorre a uma análise minuciosa da eficácia estética quando associada ao fazer político em sua origem: o reconhecimento da não igualdade e da importância de romper com as “cenas de palavras” que mantêm a “máquina da explicação”, fundamentada na luta de classes e, ao mesmo tempo, na sua perpetuação.
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| ISSN: | 1414-5235 2175-7917 |