The bad company objection and the extensionality of Frege’s logic
Segundo a objeção da Má Companhia, o fato de que a infame Lei Básica V de Frege proporciona o padrão de definição geral dos princípios de abstração superior é uma boa razão para duvidar da validade deste tipo de definições. Neste artigo, eu argumento contra esta objeção, mostrando que o padrão de de...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
2020-11-01
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| Series: | Perspectiva Filosófica |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/perspectivafilosofica/article/view/248898 |
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| Summary: | Segundo a objeção da Má Companhia, o fato de que a infame Lei Básica V de Frege proporciona o padrão de definição geral dos princípios de abstração superior é uma boa razão para duvidar da validade deste tipo de definições. Neste artigo, eu argumento contra esta objeção, mostrando que o padrão de definição dos princípios de abstração — como extrapolados a partir do §64 do Grunlagen de Frege — inclui um requisito adicional (que denomino como a condição de especificidade) que não é satisfeito pela Lei Básica V, embora seja satisfeito por outras abstrações de ordem superior, tal como o Princípio de Hume. Mostro também que a falha deste requisito adicional no caso da Lei Básica V é engendrada por uma característica essencial da concepção de Frege da lógica, e que, assim, o próprio Frege não deveria ter tomado a Lei Básica V como uma definição por abstração.
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| ISSN: | 0104-6454 2357-9986 |